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Lady Remédios: Faixas comentadas e entrevista no site Altnewspaper

setembro 18, 2017

O site Altnewspaper publicou um faixa-a-faixa que escrevi pro novo EP Lady Remédios, e mais uma entrevista muito legal com o Diogo Albuquerque a.k.a. Hominis Canidae.

Leia a matéria completa aqui.

Segue uma transcrição dos comentários às faixas com referências linkadas, com seus devidos tocadores e imagens (pra ler a entrevista também clique no link acima).

1. Microcosmo

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Um épico introdutório que narra encontros imaginários entre entidades meta-históricas por trás do aparecimento de “um porto chamado Paratee”, como a cidade foi primeiro referenciada em 1598 pelo pirata Anthony Knivet.

A primeira estrofe diz respeito aos celtas, que em dado momento teriam entrado em contato com mercadores gregos e fenícios e deles recebido da ilha mítica de Hy Brazil um mineral vermelho chamado cinábrio. A etimologia do mineral se confunde à do nome do nosso país, e ambas se relacionam à cor vermelha de uma forma ou de outra. A segunda, aos povos pré-históricos que aqui habitavam ou que por aqui passavam, se reunindo e contando velhas histórias em volta dos sambaquis da Praia do Forte e da Toca do Cassununga – potenciais porém inexplorados sítios arqueológicos de Paraty.

Enfim, uma profecia é formulada por uma daquelas entidades, já nos tempos do Império Português: “serás microcosmo do Brasil”.

Essa base quebradíssima que alterna compassos de 5 e de 6 tempos foi concebida em 2009 como uma peça instrumental. Chegou a ser ensaiada pelos Supercordas quando estivemos no Estúdio Musgo, naquele ano, mas nunca chegou a engrenar. A ideia de escrever versos pra ela só veio no início deste ano de 2017, já visando a abertura do EP.

uma versão do disco que traz uma mixagem alternativa desta canção, construída em volta de violões e harmonias vocais, como faixa-bônus.

2. Lady Remédios

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Essa balada quase kinkiana foi toda escrita há dois anos, logo depois que terminamos o disco Terceira Terra, dos Supercordas, e seria destinada ao disco seguinte do grupo. Gravei uma demo pra mostrar pra banda na época, e alguns canais dessa primeira versão ficaram definitivos, como o baixo, a guitarra com phaser e os teclados Casio, que são o grande piso harmônico do arranjo.

A primeira frase do refrão já rondava minha cabeça desde que eu voltei a morar na cidade, em 2012, mas como de costume demorou alguns anos até que eu conseguisse botar uma estrutura no papel. A letra traz muitas referências ao passado recente, algumas facilmente identificáveis por quem tem algum contato com essa história daqui, outras menos: as tendas atômicas da cidade-evento fagocitando nossas culturas tradicionais; os manguezais aterrados para a construção de marinas e resorts; a grilagem de terras que começa com a monarquia e continua com os grandes conglomerados midiático-empresariais; nosso produto e moeda de troca mais tradicional – a cachaça; o Patrimônio Histérico, que era o nome de uma banda local de fins dos anos 80 e inícios dos 90; a decadência e o sucateamento do IPHAN (Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Particularmente, acho uma das minhas melhores canções. Essa frase de metais na última parte me apareceu enquanto eu dedilhava a harmonia no violão, como uma derivação estilística de alguma canção do Blur, talvez “Country House”, ou talvez de “Tin Soldier Man” dos Kinks. Deve haver uma inspiração mais certeira a ser citada, mas sinceramente não me lembro.

Engraçado que depois de ter finalizado a mix, o resultado me remeteu a um clima geral de estranheza Gorky’s Zygotic Mynci (banda galesa que é uma das minhas maiores influências) como aquele de “3000 folhas”, dos Supercordas. Hits esquisitos, para mundos inexistentes.

3. Refúgios

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Depois de fechar quatro canções propriamente ditas, me ocorreu que seria pertinente encaixar uma ou duas colagens sonoras para lubrificar a fluência do disco. Confesso que o novo disco dos Boogarins, Lá vem a morte, teve alguma influência nisso, porque gostei muito da forma como ele flui como um álbum, mesmo sendo relativamente curto.

No fim optei por ter apenas uma faixa-colagem, que se tornou “Refúgios”. Usei um sample do falecido poeta local José Kleber (um beatnik e um boêmio, posso dizer pelo que me lembro dele dos tempos de criança) lendo seu poema “Lamentações sobre os muros de Paraty”, uma obra-prima intensa e passional que você pode ouvir integralmente no YouTube. Adicionei um sample de motor de baleeira e alguns sons de outras faixas processados e alterados no gravador de fita.

4. Lei de remédios

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A cacofonia irreverente do título atenua um pouco o peso dessa canção, que procura abordar uma permanência das mais significativas da história de Paraty: a servidão. Do movimentado entreposto de escravos dos tempos coloniais e imperiais ao balneário turístico que precariza sua juventude e serve de palco para uma das encenações mais brutais da chamada “guerra às drogas”, esse belo shopping center histórico é também uma das 3 cidades mais violentas do estado do Rio de Janeiro.

A palavra “servidão” é poeticamente emprestada da minha obra favorita do Antônio Carlos Jobim, que é o álbum Matita Perê e sua faixa-título, e daí emanam influxos que interpretei nessa gravação com sons de cordas de Mellotron, acordes bem brasileiros tocados no violão de nylon e nas vozes quase sem processamento além da passagem pela fita K7 – artifício que, aliás, foi bem comum ao longo de toda a produção do disco.

5. Rã

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Pode-se dizer que essa canção partilha com “Lei de remédios” a inspiração jobiniana da fase Matita Perê, ou talvez Terra Brasilis, misturada a uma intenção batuqueira do Beck da fase Mutations ou Deadweight.

“Rã” foi escrita há mais de dez anos. Havia a ideia de que ela integrasse o disco Seres Verdes ao Redor, dos Supercordas, mas por algum motivo ela acabou sobrando. O mesmo aconteceu com outras canções que não chegaram a ser propriamente gravadas. A única versão que chegou a circular pela internet foi apresentada pela banda no programa Música de Bolso em 2007.

Aqui ela funciona quase como uma fuga da temática mais circunscrita pelas demais canções. Ela sai pela tangente da atmosfera referencial do disco, paira leve e doce sobre as ruínas que sobraram. As vozes aeradas da Thalita Aguiar, minha companheira, ajudaram a injetar ainda mais leveza nesses velhos versos.

O vídeo editado para essa canção fecha a trilogia que engloba também “Naufrágios” (2011) e “Museu de Arte Moderna” (2013), em que editei livremente um arquivo de imagens do meu avô (que não cheguei a conhecer), filmadas em Pathé 9,5mm nos anos 50.

 

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Novo vídeo: “Rã”

setembro 11, 2017

Está no ar o vídeo de “Rã”, última faixa do EP Lady Remédios. O clipe fecha a trilogia que começou com “Naufrágios” (2011) e continuou com “Museu de Arte Moderna” (2013), em que editei imagens do arquivo do meu avô, Darcy Franke, filmadas em Pathé 9.5mm nos anos 50.

O novo EP Lady Remédios foi lançado em agosto pela Balaclava Records, e está disponível para download pago no meu Bandcamp (inclui faixa-bônus e encarte completo com letras e cifras) e download gratuito no Hominis Canidae.

Assista também ao vídeo da faixa título, “Lady Remédios”.

Leia uma bela resenha do EP no site Monkeybuzz, escrita por Gabriel Rolim.

 

Novo disco Lady Remédios no ar!

agosto 21, 2017

CapaO novo disco Lady Remédios acaba de ser lançado pela Balaclava Records nas plataformas de streaming e no meu Bandcamp, onde você pode ouvir e/ou comprar o download completo com faixa-bônus exclusiva.

O download acompanha também arquivos PDF em alta resolução com capa, verso e encarte com fotos analógicas, letras e acordes das canções.

O disco tem 5 faixas e 17 minutos que trazem olhares sonoros e líricos sobre (a Vila de Nossa Senhora dos Remédios de) Paraty, cidade onde eu cresci, onde vivo atualmente, e onde o disco foi inteiramente gravado. Fotos analógicas da cidade acompanham o lançamento, e serão postadas nos próximos dias no meu Instagram.

Se você quer comprar o download mas não tem Paypal nem cartão de crédito, me escreva na aba Contato que eu mando instruções alternativas.

Espero que você curta e ajude a espalhar por aí!

Escute no Spotify ou no Deezer ou onde mais você quiser.

 

Lady Remédios EP: capa, lista de faixas, pré-venda digital

agosto 7, 2017

Capa

Essa é a capa do meu novo disco, um EP de 17 minutos chamado Lady Remédios, que estará disponível aqui e nas principais plataformas digitais no dia 21 de agosto pela Balaclava Records.

Já está aberta uma pré-venda da versão digital do disco no meu Bandcamp, que dá direito ao download antecipado da faixa-título e a uma faixa-bônus no download do disco completo (21 de agosto), exclusiva pra quem comprar no Bandcamp – um mix alternativo de “Microcosmo”, faixa de abertura. O download também inclui a arte em alta resolução e um encarte com letras e cifras pra violão.

O download do disco completo estará disponível no dia 21 de agosto pra quem pré-comprar. Você receberá um e-mail com o link pro download. Custa U$5 (cerca de R$16) e dá pra pagar no Bandcamp via Paypal ou cartão de crédito. Se você não tem nada disso e quer comprar, me escreva uma mensagem na aba Contato.

A escolha pelo download pago foi apenas uma forma de oferecer diretamente um canal de contribuição ao artista, num novo universo monopolista de grandes corporações de streaming e grandes lojas virtuais. Se você não é do tipo que gosta de pagar download, é só procurar um link nuns blogs maneiros ou baixar pelo Soulseek quando rolar, não vejo problema algum nisso.

Eis o repertório do disco:

  1. Microcosmo
  2. Lady Remédios
  3. Refúgios
  4. Lei de remédios

English:

New EP Lady Remédios is out august 21st via Balaclava Records.

A pre-order of the record is open in my Bandcamp page, it includes an anticipated download of the title track and a bonus track to be downloaded when the complete album comes out.

Tracklist is as follows:

  1. Microcosmo
  2. Lady Remédios
  3. Refúgios
  4. Lei de remédios

Assista ao vídeo do primeiro single, “Lady Remédios”:

Nova canção “Lady Remédios” no ar

julho 24, 2017

Está no ar a faixa-título do meu novo disco, Lady Remédios, um EP de pouco mais de 17 minutos que vai sair pela Balaclava Records em breve. Veja o vídeo-letra abaixo ou só desligue o monitor e flutue sobre o verde das pedras úmidas.

E leia a matéria de lançamento no Trabalho Sujo.

 

Bonifrate - Lady Remédios (capa single)

Bonifrate remixa faixa do Luneta Mágica

março 14, 2017

c8ca674de499f73f6b19f0271e16a78af1fac942A banda manauara Luneta Mágica me convidou pra remixar uma faixa do seu álbum de 2015, No Meu Peito. O disco de remixes está no ar pra audição e tem um bocado de gente bacana participando.

Usando o gancho de uma citação na faixa-título, que escolhi pra fazer a releitura, usei um sample do Eduardo Galeano dando uma entrevista durante a ocupação da Praça Catalunya em maio de 2011, além de ter dado uma chacoalhada na estrutura, gravado uma guitarra slide e um baixo e programado uma bateria bem Floyd 70. Acho que ficou maneiro, e os rapazes botaram logo na abertura do disco. Flagrem abaixo.

 

* O remix saiu creditado aos Supercordas, mas foi Bonifrate solo quem fez.

Miscelânea 2014-2016

janeiro 10, 2017

Do interior da grande sequela cósmica, venho aqui atualizar alguns fatos e lançamentos semi-novos (ou mesmo nada novos) que eu, por algum motivo, esqueci de publicar no site nestes últimos 2 anos ou mais. Constam basicamente participações em trabalhos de outrem. Comecemos pelo fim.


a3919627086_101. Em outubro de 2016 saiu esse belíssimo single dos Boogarins do qual tive o prazer de participar. “Elogio à instituição do cinismo” começou a ser gravada no meu estúdio-cafofo-móvel numa das visitas do Dinho a Paraty, e foi finalizada no estúdio que os meninos montaram em Austin (EUA) pra gravar seu novo disco.
Da minha parte, tem o esqueleto desse sample batidão, os sons de Casiotone vintaginho e uns backing vocals que eu confesso que não consegui ouvir.

Essa capa genial é da Beatriz Perini.

A foto maior é de uma ruína incrível e culturalmente aproveitável que ficava ao lado da minha morada anterior, na beira da Rio-Santos, e que foi demolida poucos meses depois, provavelmente para que pessoas ricas, brancas e cínicas possam ganhar muito dinheiro e futuramente outras pessoas ricas, brancas e cínicas possam estragar a vista, retornando Zero para a comunidade e frequentando esporadicamente seus palacetes de blindex na praia quando SP dá uma trégua.


a0408132484_102. Em julho de 2015, o figuríssima lo-fi one-man-band de Recife DMingus, cujo som eu admiro de longa data, me convidou para participar da faixa de abertura do seu quarto disco Saturno Retrógrado, Xamã Orubá”.
Nunca conheci Domingos pessoalmente, mas ainda assim tenho enorme simpatia e empatia pelo sujeito, seus discos Canções do quarto de trás Fricções rodaram bastante pela minha cabeça, e foi com carinho e capricho que eu contribuí com umas vozes e umas violas de 10 cordas.
Além de mim ainda participam outros amigos/conhecidos da web, Matheus Mota, Júlio Ferraz (Novanguarda), Juvenil Silva, Zeca Viana, Daniel Liberalino, Rama Om e Graxa.


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3. No finalzinho de 2014, Simplicio Neto & Os Nefelibatas liberaram seu EP de estreia, Fuscas & DirigíveisAs cinco faixas, escritas pelo Simplicio, foram produzidas, mixadas e masterizadas por mim em Paraty, no mesmo esquema com que costumo fazer minhas próprias gravações. Além das vozes do Simpla, contribuíram Gabriel Ares com uns teclados e Felipe Rodrigues com umas baterias. O outro integrante dos Nefelibatas, Sidney, produziu o EP que veio na sequência, o ótimo Terror & Vaudeville.

O cancioneiro do Simplicio, amigo e interlocutor, é uma grande inspiração pra mim. Gosto muito desse trabalho e espero que num futuro distante ele seja descoberto por escafandros lunares que lhe alcem ao lugar que ele merece.

 


4. Em 26 de novembro, Supercordas anunciaram o encerramento das suas atividades.

5. Que eu me lembre, dei duas entrevistas em 2016, uma está no Altnewspaper e outra no Impostor.

6. Teve show de Bonifrate na loja Discosaoleo, em Belém do Pará, na programação paralela do festival Se Rasgum, acompanhado pelo Mancha na bateria. Foi maior climão. Foto roubada do Instagram do Leo:

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Bonifrate toca sábado no SESC Paraty

dezembro 10, 2015

12322688_789747811125563_8398203004609295429_oNeste sábado, dia 12 de dezembro, Bonifrate faz apresentação intimista no SESC Paraty pelo projeto Sons da Terra – diálogos musicais entre Paraty e o mundo.

O mundo será muito bem representado pelo saxofonista russo Alexander Zhemchuzhnikov, integrante da banda de Bonifrate e participante de seus três últimos discos.

A entrada é gratuita, e as senhas serão distribuídas 30 minutos antes do show (a capacidade é pequena, então é melhor chegar antes).

Eis o release do concerto:

Pedro Bonifrate é carioca crescido em Paraty, onde iniciou suas aventuras musicais ainda nos anos 90. Em 2003, formou os Supercordas no Rio de Janeiro com Diogo Valentino, também parceiro dos tempos paratienses, mas continuou a produzir e a viajar com seu projeto solo, experimentando formações diversas ao longo dos anos.
Neste concerto em formato portátil, Bonifrate recebe o amigo e companheiro musical Alexander Zhemchuzhnikov, saxofonista russo radicado no Rio de Janeiro, presente no cenário experimental e na música de improviso da cidade há pelo menos cinco anos.
A apresentação sugere interpretações únicas de canções dos três LPs Museu de Arte Moderna (2014), Um futuro inteiro (2011), Os anões da Villa do Magma (2005) e do EP Toca do Cosmos (2014), especialmente aquelas em que Alexander tocou seu sax nas gravações, mas também novas leituras e versões improváveis de outras canções.

Lançamento do vinil MAM em Paraty: registros

agosto 14, 2015
Poster de Bonifrate sobre foto de Thalita Aguiar

Poster de Bonifrate sobre foto de Thalita Aguiar

No último dia 3 de julho, Bonifrate lançou o vinil Museu de Arte Moderna e a fita Toca do Cosmos EP em Paraty, cidade onde reside atualmente, com pocket show no novo espaço Madame Duranga Brechó & Café, em programação paralela à FLIP 2015.

Os dois discos foram lançados pela Balaclava Records, e estão à venda pelo site do selo.

O jornalista Alexandre Matias, do Trabalho Sujo, esteve por lá e fez esse registro de parte de “Naufrágios” (Um Futuro Inteiro, 2011) e da faixa-título do novo vinil, “Museu de Arte Moderna”.

Alguns registros fotográficos de Matheus Augusto e Evelyn Ruman seguem abaixo.

 

Voz, Casiotone, Telecaster, as coias boas da vida. Foto: Matheus Augusto

Voz, Casiotone, Telecaster, as coias boas da vida. Foto: Matheus Augusto

Foto: Matheus Augusto

Foto: Matheus Augusto

Foto: Matheus Augusto

Foto: Matheus Augusto

 

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Fotos: Evelyn Ruman

Algumas versões + o “Rock da Paçoca” original

maio 12, 2015

Algumas versões de rocks gringos que juntei para publicar nesta última semana, duas ao vivo e duas gravações:

#1

#2

Nossas costumeiras e incidentais versões ao vivo de “Home Of The Brave”, do disco de 1997 do Spiritualized, Ladies & Gentlemen We’re Floating In Space, e de “Glory Box”, do Postishead de 1994, Dummy. Ambas foram filmadas em janeiro de 2015, no Neu Club, São Paulo, com Gabriel Ares no teclado, Diogo Valentino no baixo e Mancha Leonel na bateria (estávamos desfalcados do saxofone do Alexander Zhemchuzhnikov).

#3

Versão de “One Hundred Percent”, do Sonic Youth de 1992, produzida pra um tributo convocado pela Quintavant em 2012 que acabou não saindo (ainda).

#4

“Happiness Is A Warm Gun”, do White Album dos Beatles, para piano, baixo, kalimba, pandeirola, tambor e voz, gravada em quatro canais na fita cassete em 2004 ou 2005.

E falando nisso, saiu esses dias o incrível novo disco dos Acessórios Essenciais, com a versão original de “Rock da Paçoca”, canção que eu reli ano passado no EP Toca do Cosmos (à venda aqui em fita cassete). Escute a original que saiu agora, e na sequência o meu cover do ano passado.

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