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Bonifrate em Sampa 29/10

outubro 22, 2011

29/10 – 16h – Pocket na Livraria Cultura do Shopping Market Place. Entrada franca.

29/10 – Casa do Mancha (com Quarto Negro) . 18h – Quarto Negro; 21h – Bonifrate.

Mais filmes da tour paulistana de Agosto

setembro 26, 2011

Nossa amiga Shannon Garland mandou mais alguns vídeos dos concertos que fizemos em Sampa em agosto. Ei-los:

 

 

“Naufrágios” na Mostra Cinema & Rock’n’Roll

setembro 25, 2011

Nesta terça-feira, dia 27, abre no CCBB do Rio de Janeiro a Mostra Cinema & Rock’n’Roll – Filmes brasileiros da Jovem Guarda aos dias de hoje.

O clipe de “Naufrágios” estará na última sessão de curtas e clipes, que rola sexta-feira a partir de 12h30, também com “Ruradélica”, dos Supercordas. No primeiro dia passa também uma seleção de clipes da Midsummer Madness. Veja a programação aqui.

 

Bonifrate, The Alberto e Wallace Costa dia 30/09 no Saloon 79

setembro 21, 2011

 

Noite anti-folk da nova Túnel Fest!

Shows:

THE ALBERTO (http://www.myspace.com/thealberto1)
BONIFRATE (https://bonifratemusic.wordpress.com/)
WALLACE COSTA (http://www.myspace.com/wallacecosta)

+ DJ Bacalhau (Autoramas)

+ Festa da mostra “O cinema rock’n’roll – filmes brasileiros da jovem guarda aos dias de hoje” (27 set – 06 out no CCBB RJ).

Apoio: Midsummer Madness Records – http://mmrecords.com.br/

R$ 15
R$ 10 na lista amiga (poste o nome completo no mural do evento) ou com ingresso da mostra.

Evento no Facebook

 

 

Relatos de viagem: São Paulo, agosto de 2011

agosto 23, 2011

Nossa trip agostina pra São Paulo consistiu numa incansável e improvisadora locomotiva do rock: conhecemos muita gente linda, matamos saudades de uma farta gangue de almas destemidas, partimos do Rio com uma formação e voltamos com outra. Seguem alguns highlights da viagem.

No dia 2, eu (Bonifrate, violão, harmônica, guitarra e voz), Valentino (no volante, guitarra, samples e backing vocals) e Giraknob (no banco de trás, guitarra e backing vocals) encaramos a Dutra, chegamos no QG da Cloud Chapel e logo partimos pra Casa do Mancha pra tomar umas e já adiantar um pré-ensaio com General Mancha na bateria – acréscimo há muito já combinado e a princípio exclusivo do show a ser feito no sábado, dia 6, na própria Casinha, com formação extraordinária.

Logo na manhã do dia 3 nos deparamos com essa incrível matéria do Edson pra Folha Ilustrada (clique na foto para ampliar):

Na noite do mesmo dia abrimos os trabalhos com a apresentação na Folk This Town Especial Cloud Chapel, com abertura do gênio Pedro “Leão” Moreira, sozinho e guitarrado. Apesar do frio polar digno de um inverno em Plutão, uma boa leva de gente bonita compareceu ao Varal Bar e aderiu ao coro. Nossa queridíssima Kátia Mello fez essas fotos:

Depois de quinta e sexta de ensaios e bizarrices noturnas, finalmente tocamos “Um Futuro Inteiro” na íntegra e na ordem na Casa do Mancha sábado. Curtimos tanto ter o Mancha na bateria e ele tirou tão bem todas as músicas do disco, que pensamos “que diabos! Entra logo pra banda, General”. Ainda não brotaram fotos deste concerto na internet, mas depois registramos a nova formação com essas incríveis Polaroids atiradas por Tomahawk (ou Juninho, nosso artista number 1 de capas supercordianas):

Já com gostinho amargo de despedida, mas ainda com calor nos corações, fechamos as operações com o concerto na noite Fora do Eixo, abrindo pra Pélico e Garotas Suecas num Studio SP lotadíssimo. Rodrigo Sommer fez essas fotos:

Depois de concluir com uma entrevista e uma sessão de fotos pro chapa Amauri Gonzo da + Soma, voltamos pro Rio tristonhos e a primeira coisa que notamos foi que arruinaram o gramado dos arcos da Lapa, último reduto central de headbangers e punks sujos da velha capital. “É, essa cidade acabou”.

Gracias a todos os já citados, e mais: todo mundo que apareceu (ou tentou aparecer) nos concertos; Pamela pela noite fantástica de terça; Rica, Stan e Pedrinho por aturarem dez dias da nossa gangue nos headquarters da Cloud Chapel; Rodrigo por mais essa grande Folk This Town; Dona Vera pelas quentinhas; e lastbutnotleast ao General Mancha pelo comando das operações e tudo o mais-mais-mais (demais).

Foi emocionante, voltaremos no fim de outubro.

Mais shows em São Paulo

agosto 4, 2011

Depois da baita festa de ontem na Folk This Town (video abaixo), Bonifrate toca mais dois shows em Sampa:

Sábado dia 6 – Casa do Mancha – Formação extraordinária com o próprio Mancha na bateria. Abertura às 17h, show às 20h. Entrada R$15 (dinheiro somente). Evento no Facebook.
Endereço: Rua Filipe de Alcaçova, s/n – Vila Madalena.

Terça dia 9 – Studio SP – Abrindo para Pélico e Garotas Suecas. Entrada franca. Show às 21h.
Endereço: Rua Augusta, 591 – Centro. Evento no Facebook.

Lançamento do disco em São Paulo

julho 30, 2011

Nesta quarta-feira Bonifrate faz concerto de lançamento do disco Um Futuro Inteiro em Sampa, na festa Folk This Town especial Cloud Chapel (Varal Bar), com abertura de Coreto Plaza.

Folk This Town especial Cloud Chapel
shows: Bonifrate e Coreto Plaza
data: Quarta, 03 de agosto
local: Varal Bar – Rua João Moura, 739 – Pinheiros
entrada: RS 10,00
Horário: a partir das 20h. Shows a partir das 22h00
Folk This Town: http://folkthistown.blogsp​ot.com/
Cloud Chapel: http://cloudchapel.com/

Evento no Facebook.

“O vôo de Margarida” no Saloon, concertos em Sampa em breve

julho 28, 2011

Vídeo do concerto de ontem no Saloon 79, Rio de Janeiro. Em breve Bonifrate chega a São Paulo. Detalhes logo mais.

Bonifrate no Saloon 79 (Botafogo) nesta quarta-feira

julho 25, 2011

27/07/2011 – 21h – Alcoholydays – Saloon 79 (Pinheiro Guimarães, 79 – Botafogo – Rio de Janeiro).

Evento no Facebook.

ALCOHOLYDAYS! Última edição
INDIEROCK/INDIEPOP

DJs Gordinho, Guilherme e Vinícius

QUARTA 27 DE JULHO
HORÁRIO: 21h às 3h.
Entrada: 12 reais
dose dupla de capirinha & caipivodka até 23h

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Novo LP resenhado no novo número da + Soma

julho 19, 2011

Já está disponível para download a revista + Soma #24, que traz uma ótima resenha sobre o LP Um Futuro Inteiro, escrita por Amauri Stamboroski Jr. Você pode baixar a revista completa em pdf no site da + Soma.

Eis a resenha transcrita:

De todos os aspectos temáticos da cultura brasileira, a psicodelia é um dos menos valorizados formalmente. Na terra da ayahuasca, o delírio é histórico, e imaginação e folclore se confundem num bailar que foi codificado e urbanizado, em dois momentos, pelos modernistas e pela Tropicália. Esta, por seu turno, faz nascer uma tradição psicodélica pop que nunca deixou de dar frutos, do sertanismo prog de Paêbiru ao formalismo virtuose do Violeta de Outono e outsiders-doidões como Daminhão Experiença.
Bonifrate despontou em uma nova geração nos anos 00 com seu combo Supercordas, unindo partes iguais de Beatles, Super Furry Animals e onirismo rural em sua obra-prima Seres Verdes ao Redor. Nascido de um pé na bunda, Um Futuro Inteiro é o terceiro solo do cantor e se junta a grandes álbuns inspirados por desilusões amorosas como Yoko do Beulah (em lista liderada por Blood on The Tracks, de Bob Dylan).
Apontando para influências que vão do coletivo americano Elephant 6 à freakologia Disneylândia do Mercury Rev, Bonifrate criou uma obra conceitual sobre amor e tempo e de quebra atualizou a doideira tupiniquim. Abrindo com a marcha linear inexorável da percepção temporal em “Esse trem não improvisa”, o disco segue implacável até a impressionante “Eugênia”, tour de force de dez minutos sobre não uma garota, mas um espectro. Amparado pelos ruídos climáticos do supercorda Felipe Giraknob e adornado com o sax de Alexander Zhemchuzhnikov, Bonifrate se distorce até perder a cabeça metaforicamente na catarse final.
“A Farsa do Futuro Enquanto Agora” representa abertamente os dois tempos do amor – paixão e dissolução – para encerrar com um sample de Mahler ao contrário, enquanto “O Vôo de Margarida” evoca um “sertão diabril” sobre um loop torto. A dolorida e libertadora “Cantiga da Fumaça” poderia ter saído de um momento mais lírico da primeira fase elétrica de Dylan, e a dissolução volta à baila no “é fundamental deixar as outras pessoas arrancarem pedaços meus” do samba torto “Antena a Mirar no Coração de Júpiter”. Nada aqui é mofo ou ferrugem: o disco acaba respirando com insuspeita atemporalidade. Ou como lembra o próprio Bonifrate no auge do derretimento de “Naufrágios”, “não tem nada de nostalgia”.  POR AMAURI STAMBOROSKI JR.